Ato em defesa da Petrobras vai reunir CUT, FUP, movimentos sociais e todos que defendem o Brasil
24 Fev
“Defender a Petrobras é defender o Brasil”, esse é o slogan do ato em defesa da petrolífera, que será realizado no próximo dia 24 de fevereiro, na sede da ABI, Rua Araujo Porto Alegre, 71 – Centro, Rio de Janeiro.
O ato, que está sendo organizado pela CUT e pela FUP (Federação Única dos Petroleiros da CUT), vai reunir sindicalistas, representantes do movimento sindical, advogados, jornalistas, intelectuais e todos que defendem um projeto de Nação com justiça e inclusão social, emprego de qualidade e distribuição de renda.
A campanha em defesa da Petrobras, que já começou nas redes sociais com a coleta de assinaturas para o manifesto em defesa da Companhia seguirá com o ato do dia 24 e uma grande manifestação no dia 13 de março na Avenida Paulista, em São Paulo.
Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, é fundamental que a população entenda que o massacre que a Petrobras vem sofrendo nos últimos meses, em especial por parte da grande mídia, tem objetivos econômicos e se eles - os donos dos meios de comunicação - saírem vitoriosos, o nosso projeto de desenvolvimento econômico com justiça social, distribuição de renda e emprego decente corre sérios riscos.
O combate à corrupção, saliente Vagner, não pode ser usado por oportunistas que querem desmoralizar a Petrobras, com ataques especulativos que visam desconstruir a estatal, derrubar seu valor no mercado.
“Oportunistas de plantão querem usar a conduta criminosa de alguns funcionários de alto escalão para preparar a empresa para a privatização. A Petrobras representa mais de 13% do PIB brasileiro e vamos defender este patrimônio contra qualquer tipo de interesse privatista ou do capital internacional”, garante Vagner.
O de valor de mercado da Petrobras, que era de 15 bilhões de dólares em 2002, é hoje de 110 bilhões de dólares, apesar dos ataques especulativos. A Petrobras é a maior empresa da América Latina.
Para o dirigente, além de prejudicar os negócios, a credibilidade e a cotação da Petrobras na Bolsa de Valores, essas informações divulgadas de maneira distorcida e manipulada, sem comprovação, objetivam atingir o PT, mas acabam atingindo também a honra de todos os trabalhadores do sistema Petrobras.
“Defender a Petrobras é defender o Brasil, os brasileiros e a honra e a dignidade da categoria petroleira”, conclui o presidente da CUT.
Fonte: CUT
Fala CNTV
A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) apoia integralmente o ato em defesa da Petrobras, e acrescenta ainda a necessidade de valorizar também o capital humano da estatal. Em carta enviada à presidente Dilma Rousseff em 19 de janeiro, o presidente da entidade, José Boaventura, lembra que atualmente existem mais de 360 mil trabalhadores terceirizados prestando serviço naquele lugar e pediu visibilidade e olhar vigilante que faça justiça, valorize e respeite este contingente.
Boaventura destacou que a ocultação – problema recorrente aos trabalhadores terceirizados – os excluidas políticas e ações de combate ao trabalho indecente, insegurança e acidentes no trabalho que tira a vida de muitos, além de lesioná-los. Além disso, há a falta de direitos, condições precárias de trabalho e de injustiça geral. “Na mesma Petrobras, são estes trabalhadores mais vitimados por acidentes e mortes, a exemplo da explosão que feriu gravemente três trabalhadores terceirizados na Refinaria Landulfo Alves (BA)”, lembrou.
“Pedimos, assim e muito respeitosamente, que Vossa Excelência acolha as nossas observações, insira nos próximos pronunciamentos os trabalhadores terceirizados como parte relevante das empresas e vida nacional e determine uma mesa nacional de diálogo que possa produzir ações corretivas às mazelas que penalizam os trabalhadores terceirizados”, finalizou.
Fonte: CNTV
