Vigilante é assassinado e tem arma roubada em Fortaleza
11 Mai
Um vigilante foi assassinado em serviço na noite da última terça-feira (11). O crime aconteceu na avenida Virgílio Távora, próximo à rua Pereira Valente, no bairro Meireles, localizado na cidade de Fortaleza (CE).
Conforme o comandante do Comando de Policiamento da Capital (CPC), coronel Francisco Souto, os suspeitos mataram o vigilante Geraldo Luiz Silveira Filho e levaram o revólver calibre 38 utilizado em serviço.
Segundo o militar, a dupla teria fugido após o crime em um carro modelo Celta de cor Prata. De acordo com a polícia, os suspeitos teriam chegado ao local do crime e descido do carro em um local distante de onde estava o vigilante. Em seguida, caminharam até ele e o assassinaram. Câmeras de segurança flagraram os assassinos caminhando em direção à vítima.
A dupla efetuou ‘vários’ disparos e um deles atingiu a cabeça do segurança. No momento da fuga, testemunhas afirmaram que uma quarta pessoa, que não foi identificada, atirou contra os suspeitos.
De acordo com a delegada Socorro Portela, que pertence à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e acompanha o caso, a Polícia fez averiguações pelas redondezas mas não encontrou rastros de sangue na área, o que poderia indicar a possibilidade dos criminosos terem sido baleados.
Uma equipe da DHPP esteve presente no local da ação criminosa, onde colheu informações sobre o crime.
Os dados serão checados durante a investigação. O caso deve ser encaminhado para o 2º Distrito Policial nessa terça-feira.
Fonte: O Povo online
Fala CNTV:
A Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV) tem acompanhado de perto casos como o do vigilante Geraldo Luiz Silveira Filho, em que os trabalhadores sofrem violência no local de trabalho.
“Nós estamos muito preocupados com esses assaltos que estão acontecendo. Todas as vezes que recebemos uma notícia como essa, procuramos saber o máximo de informações possíveis, já que muitas vezes as empresas colocam o vigilante em locais isolados e não fornecem as mínimas condições de trabalho para esse indivíduo, o que leva o profissional que trabalha para dar segurança a outras pessoas a ficar totalmente desprotegido”, lamenta o Secretário Geral da CNTV, Cláudio José de Oliveira.
