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Após quase 2h de greve, vigilantes voltam ao trabalho no Hospital de Base

08Out


foto: Material cedido ao Metrópoles

O Hospital de Base do Distrito Federal, um dos principais hospitais públicos da capital, amanheceu sem segurança na manhã desta sexta-feira (8/10). Vigilantes terceirizados cruzaram os braços, alegando atraso dos salários. Após 1h40 de paralisação, o dinheiro foi depositado nas contas dos trabalhadores.

Conforme o Metrópoles noticiou, 102 vigilantes entraram em greve a partir das 7h desta sexta-feira (8/10). Segundo o Sindicato dos Vigilantes do DF (Sindesv-DF), os vigilantes terceirizados do Hospital de Base pertencem ao quadro da empresa Visan Segurança. Após os pagamentos, todos voltaram ao serviço

A reportagem conversou com o empresário Amadeu Pereira Borges, responsável pelo Grupo Visan de Segurança Privada. De acordo com o empreendedor, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) tem uma gestão profissional e busca sanar os problemas, mas ainda sofre com atrasos nos pagamentos.

“O atraso tornou-se muito grande”, pontuou. Após o anúncio da greve, o instituto liberou uma fatura para a empresa na noite de quinta-feira (7/10). Mas, pelas contas de Borges, o Iges-DF ainda não pagou três meses de serviços, além da repactuação de valores pendentes ao longo dos últimos três anos. A dívida é de, aproximadamente, R$ 2,5 milhões.

Recentemente, a Câmara Legislativa aprovou a liberação de mais recursos para o Iges-DF. Parte do dinheiro tem como objetivo quitar as dívidas do instituto. A verba, no entanto, ainda não foi liberada de fato para a aplicação dos recursos.

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