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Mulheres vigilantes que atuam na Secretaria de Assuntos Penitenciários do Estado da Bahia realizaram uma manifestação nesta quinta-feira (2) em frente ao órgão para denunciar as condições precárias de trabalho a que são expostas. O Sindicato dos Vigilantes da Bahia (Sindvigilantes/BA) participou do ato e exigiu das autoridades competentes a resolução urgente deste problema. Segundo denúncias, as trabalhadoras são obrigadas a fazer suas necessidades fisiológicas no mato, uma vez que as instalações sanitárias estão sem condições de uso há pelo menos seis meses. Entre as vigilantes está uma grávida de gêmeos, correndo risco de adquirir algum problema de saúde que comprometa sua gestação. Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e do Sindvigilantes/BA, José Boaventura, houve tentativa de reprimir o movimento, mas as mulheres resistiram. “O movimento surtiu efeito e a direção assumiu todos os problemas, se comprometendo a resolver em até 10 dias a questão dos sanitários e outras, como a falta de água potável no local”, afirmou. Segundo a diretora do Sindvigilantes/BA Rejane Rocha de Jesus, uma audiência pública será marcada pela deputada Maria del Carmem em breve. “Até lá, continuaremos a cobrar que os problemas sejam resolvidos. Companheiras de movimentos sociais se juntaram a nós e juntas organizaremos mais manifestações para denunciar essas e outras mazelas, inclusive assédio moral e sexual ainda existentes”, afirmou. Fonte: CNTV |