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Chegou ao fim, nesta terça-feira (21), a paralisação dos vigilantes da Preserve, na Bahia. Os trabalhadores conseguiram que fosse criada uma comissão com o Sindicato dos Vigilantes da Bahia (Sindvigilantes/BA), com o Sindicato dos Vigilantes de Carro-forte da Bahia, com os trabalhadores e com a empresa para debater todos os itens que levaram a categoria a parar as atividades. Segundo o presidente do Sindvigilantes/BA e da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, a comissão deve debater sobre a demissão de um cipeiro e ameaça a outros três, a troca do plano de saúde sem comunicar os trabalhadores e o comportamento desrespeitoso da gerência com os vigilantes. Para Boaventura, ficou claro que a manifestação não possuía aspectos materiais. “Tratava-se tão somente do respeito às pessoas, era isso o que estava em jogo”, avaliou. “Uma paralisação que chega a 100% mostra que não havia nenhuma outra questão além do respeito e tratamento justo; respeito à lei e à dignidade das pessoas”, concluiu. Apesar de serem formalmente representados pelo Sindicato dos Vigilantes de Carro-forte, em casos como este os trabalhadores recorrem também ao Sindvigilantes/BA, que cedeu carro de som para atividade. Além disso, o processo de negociação foi conduzido com a participação de presidente da entidade e todos os diretores que estavam presentes.
Fonte: CNTV |