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Como é de conhecimento na América do Sul, a indústria de Segurança Privada vem crescendo de maneira impressionante e, com ela, suas utilidades. O mercado se encontra concentrado em, no máximo, cinco grandes multinacionais, as mesmas que vêm introduzindo métodos e práticas que tem precarizado as relações de trabalho. O resultado disso são diálogos ineficazes e processos de negociação coletivas que não conseguem cumprir sua principal finalidade, que é a redistribuição de renda. Um exemplo emblemático disto é a Prosegur, de origem espanhola. São exatamente esses métodos e práticas antissindicais que vem motivando os trabalhadores de segurança privada a se organizarem de maneira eficaz para defender seus direitos socioeconômicos. Nesta iniciativa, o papel da UNI tem sido fundamental e decisivo. Assim, os sindicatos sul-americanos de trabalhadores na Segurança Privada, reunidos na Aliança Prosegur, no Chile, nos dias 10 e 11 de agosto, decidiram agradecer ao esforço da UNI e, ao mesmo tempo, manifestar o apoio e respaldo absolutos à política e ao papel que vem desempenhando na melhoria de condições de trabalho e no âmbito das recomendações da OCDE para as empresas multinacionais. Fonte: UNI Américas Tradução: CNTV Fala CNTV O secretário de Relações Internacionais da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), Adriano Linhares, participou da reunião realizada no Chile e reafirmou o apoio da entidade brasileira à UNI e aos companheiros que sofrem com as perseguições da Prosegur em todos os locais onde a empresa possui contratos. Fonte: CNTV |