![]() |
|
||||
|
Mais de 60% dos vigilantes chilenos que prestam serviços para as empresas Brinks e Prossegur continuam em greve pelo 13° dia consecutivo nessa terça-feira. Por um acordo coletivo de trabalho decente, os trabalhadores ocuparam as ruas da cidade a fim de pressionar os empresários a ceder às suas reivindicações, que estão centradas na melhoria das condições de trabalho. Mais uma vez, os trabalhadores foram alvo de violência policial, que resultou em vigilantes detidos e feridos durante as manifestações. Vale lembrar que a empresa Prosegur é alvo de manifestações em vários países ao redor do mundo. A empresa agora é alvo de uma campanha que engloba toda a América Latina e visa denunciar as violações de direitos humanos praticadas pela empresa. A mobilização faz parte de uma semana de ação nas Américas e parte da Europa contra os abusos da Prosegur. Dois dos maiores sindicatos do mundo organizam protestos contra as práticas cometidas pela empresa durante a semana de 18 a 22 de maio. A Prosegur é acusada de repetidas e consistentes violações de direitos humanos, das quais retira grande parte de seus lucros. Na Colômbia, por exemplo, a empresa recebeu 1 milhão de dólares de processos contra os trabalhadores que comentaram a respeito de suas irregularidades. "Estamos cansados de denunciar violações dos direitos humanos cometidos pela Prosegur na América", disse Adriana Rosenzvaig, Secretária de UNI Global Únion Américas (entidade sindical que representa a categoria mundialmente). Fonte: CNTV com informações da UNI e CUT Colômbia |