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Uma decisão da Secretaria de Educação de Alagoas deixará cerca de 360 vigilantes da Vital Segurança desempregados. A rescisão unilateral do contrato foi publicada na quarta-feira (4), no Diário Oficial do estado. O secretário de Educação, José Luciano Barbosa da Silva, justifica que a empresa “não se amolda ao novo modelo de gestão programada pelo governo do estado”. Diante da inesperada rescisão, o Sindicato dos Vigilantes de Alagoas promoveu, nesta manhã, um ato unificado contra a decisão do governo. Os 360 trabalhadores, com o apoio da diretoria do Sindicato, se dividiram e realizaram manifestações em frente ao Palácio do Governo e em frente à Secretaria de Educação. A Avenida Fernando Lima, localizada no centro de Maceió, foi fechada em protesto.
Os trabalhadores da empresa estão preocupados com a situação e aguardam o posicionamento do governo. O Sindicato está providenciando uma reunião com os responsáveis pela Secretaria de Educação. Greve Os vigilantes alagoanos iniciam, nesta sexta-feira (6), o quinto dia de paralisação. Como as propostas apresentadas pelo patronato não foram aceitas pelos trabalhadores, a greve continua por tempo indeterminado.
Com as manifestações pelo emprego dos vigilantes da Vital, as atividades da greve se concentraram no Palácio do Governo e na Secretaria de Educação do estado. De acordo com o presidente do Sindicato, a greve vai continuar até que uma proposta satisfatória seja apresentada à categoria. “Só depende deles”, completa Ferreira.
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