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BAHIA: CASO GP/O GOLPE:

08Out


A empresa paulista GP – Guarda Patrimonial está saindo do contrato com o Banco Itaú e impondo aos trabalhadores, às escondidas, sem a participação dos sindicatos de luta, um acordo fraudulento, parcelando rescisão, muitos meses de FGTS não depositado e deixando de pagar outros direitos, como o total da multa do FGTS (40%). Tudo isto, repetimos, às escondidas, trancado nas sedes da empresa, sem os sindicatos, Ministério do Trabalho, Ministério Publico ou qualquer outro órgão isento, que oriente, apoie e defenda o trabalhador.

A empresa também chantageia o vigilante, alegando que se não aceitar o acordo não será contratado pela outra empresa que assumirá o contrato com o banco.

Mentira: o Itaú já assegurou a CNTV e aos Sindicatos que quer todos os atuais vigilantes.

Mas a historia da pilantragem da GP não é nova:

•          Foi uma das árduas defensoras da reforma trabalhista/roubo de direitos, exatamente para “tirar vantagem” do direito do trabalhador;

•          Tentou em 2016 armar um golpe parecido com 200 vigilantes do Bradesco na Bahia. Com a resistência do Sindicato e da categoria, teve de pagar tudo;

•          Mensalmente a empresa recebe do contratante, na fatura, tudo que tem de ser pago na rescisão: 13º, férias vencidas e proporcionais com adicionais, 40% da multa do FGTS, etc. Portanto, embolsa nosso direito todos os meses. Na hora da demissão o patrão já está com tudo nosso no bolso. Ai, se o vigilante abre mão de um centavo, vai para bolso dos patrões, no caso da GP vai para as fazendas e mansões paradisíacas dos “bernadinos” em Trancoso (paraíso dos ricos no Sul da Bahia);

•          Já o FGTS sonegado, no acordo não tem nenhuma correção. Se tivesse no banco estaria corrigido;

•          Todos estes acordos pilantras, sem nenhuma garantia.

•          A categoria já foi vitima disso. Tá na nossa memória: SEG, Pires, Selen, Alvorada, Seviba, Transguarda e tantas outras. As empresas quebraram, os trabalhadores tomaram rasteira, mas os patrões ficaram muito bem. 

•          Na Bahia o Sindicato já denunciou estes acordos e a tentativa de golpe da GP ao Ministério Publico do Trabalho, que já marcou audiência para o próximo dia 18 de outubro.

•          Na semana passada também alertamos a direção do Itaú, em São Paulo, acerca da situação.

•          Na Bahia também estamos acompanhando e apoiando a situação dos colegas na nova empresa.

•          Infelizmente continuarão por mais 30 dias na GP, pois não saiu a autorização da PF para a nova empresa.

Mas, enquanto tiver Sindicato de luta, que não tem rabo preso com patrão, o trabalhador não ficará desamparado, sozinho contra os tubarões.

GOLPISTAS, SONEGADORES, FRAUDADORES: NÃO PASSARÃO!

RESISTIREMOS!

Fonte: SINDVIGILANTES/BA

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