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Operação prende paraibano em PE

11 Jul

Um paraibano apontado como principal assaltante de bancos do Nordeste foi preso no último domingo por uma operação conjunta da Polícia Civil da Paraíba e Pernambuco. Dillyan Muniz de Queiroz, de 36 anos, conhecido também como ‘Galego’ ou ‘Monstro’, tem extensa ficha criminal, já passou por várias prisões e teria ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), além de praticar assaltos a agências bancárias também em São Paulo e Rio de Janeiro. A prisão aconteceu em Petrolina/PE.

Especializado em assaltos a bancos em plena luz do dia, seu último crime teria sido um ataque a banco na cidade de Barreiras, na Bahia, no dia 3 de maio. Na Paraíba, sua última ação ocorreu ao liderar o assalto ao Banco do Brasil de Aroeiras, em 20 de março deste ano. A investigação foi liderada pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) de Campina Grande e apoiada pela Polícia Civil de Petrolina, em Pernambuco. No momento da prisão, ele comprava um carro.

Morador do bairro da Palmeira e natural de Campina Grande, ele foi preso pela primeira vez em 2002, na BR-230, transportando armas e munições. É acusado também de assalto a um posto de atendimento do banco Paraiban de João Pessoa, em 2001.

Depois, Dillyan foi detido em Alagoas por estelionato, no ano de 2003. Em seguida, passou a praticar assaltos a bancos e carros-fortes, sendo novamente preso em uma megaoperação da Polícia Federal no mês de março de 2005. Desta vez, ele foi detido em Juazeirinho, no Cariri paraibano, em companhia de outros 14 homens que planejavam assaltar um carro-forte transportando R$ 1 milhão.

À época, o ‘Monstro’ já era um dos principais foragidos da justiça paraibana, apontado como chefe de uma quadrilha responsável por assaltos a bancos na Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Rio Grande do Norte e Mato Grosso.

Em abril de 2007, ele foi encaminhado para a Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande, junto com outros presos de alta periculosidade, como Thaner Asfora, filho do ex-vice-governador Raymundo Asfora, acusado de liderar um grupo de extermínio. No final de 2008, passou a cumprir pena no PB1, em João Pessoa, sendo transferido em 2009 para cumprir pena em regime semi-aberto, na penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, em Petrolina, onde teria quebrado o albergue e desde então se encontrava foragido.

Apenas mais dois homens acusados de participação no assalto ao banco de Aroeiras continuam foragidos: Alextony Matias Cardoso, o ‘Tony’ ou ‘Gordo’, e Elimário Marques da Nóbrega, vulgo ‘Mago’ ou ‘Construtor’, ambos naturais de Campina Grande.

A polícia paraibana prendeu outros oito acusados. Dois homens também morreram em troca de tiros com policiais.

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